Desde os atentados de 11 de setembro de 2001 o mundo viu prédios desabarem em NY e com eles este sistema econômico capitalistas falido.
Assim que saíram do estado de perplexidade coletiva produzido em escala mundial após os atentados, este acontecimento levou a tona que a maioria da humanidade está decidida a receber com gratidão qualquer governante ou governo que lhe ofereça segurança e paz completa.
Ao contrário a liberdade que a humanidade prega e preza tanto será cada vez menor e sua restrição deve preparar o caminho do príncipe deste mundo, o capeta em forma de gente. Os reflexos do fim dessa liberdade são até mais importantes que a crise financeira que deve se abater sobre o mundo após a destruição das torres.
As nações já se deram conta que o terrorismo é um perigo mundial. Para tentar inibi-lo e se protegerem, os governos não dispensarão o uso da tecnologia. Hoje, o mundo possui tecnologia capaz de acompanhar os atos e passos de qualquer pessoa no mundo bem como seus movimentos cambiais e financeiros.
Essa é outra artimanha diabólica. Quem se atreveria a resistir ao avanço da ciência, que tanto bem já fez pela humanidade? Não é difícil entender a pretensão do Diabo. Quer ser como Deus, onisciente, onipresente e onipotente. Como não é e jamais será nada disso, trabalha para colocar em prática um simulacro da divindade. Tentará usar a informação e o controle financeiro mundial para conseguir seguir manipular a humanidade para seu fim (falsas onisciência e onipresença), a fim de tentar obter o poder maior, a onipotência global sobre os homens.
Afinal, quem governa detém o poder, ensinam antigas cartilhas de política maquiavélicas.
Quem resistir à implantação deste governo único será considerado potencial inimigo da sociedade e da segurança. Um terrorista! Um cristão fanático!
Para parecer bonzinho o diabólico talvez nos deixe por aí mendigando. Caso contrário seu disfarce de bom anfitrião do mundo pode levantar suspeitas para a maioria que se perde por falta de conhecimento da verdade (Evangelho). Boa parte dos cristãos que conhecem a trama deste governo único não aceitarão o implante ou a marca da besta (Apo. 13).
Mais do que bombas voadoras, terríveis e espetaculares, os enormes e até então inofensivos aviões de carreira arremessados em Nova York e Washington trouxeram embutidos em seus tanques inflamáveis mudanças significativas no cotidiano das multidões.
O planeta mudou, jamais será o mesmo. A maioria dos cidadãos do mundo acredita que as mudanças serão apenas políticas, sociais e principalmente econômicas.
Mas há outras implicações. Os filhos de Deus (Crisitãos e Israelitas) sempre são alvos de Satanas.
Ou seria coincidência o fato de que o mesmo Taleban mantém há mais de três meses cristãos presos no Afeganistão e quer condená-los a morte por propagar o cristianismo?
E por que o líder do Talebã, mulá Mohammed Omar, segundo a agência afegã Islamic Press, condicionou no último dia 23 de setembro o fim do terrorismo à desistência dos EUA de apoiar Israel?
Perguntas como essas intrigam. Para Harold Walker, por exemplo, está claro há anos que o ódio de boa parte dos muçulmanos contra os Estados Unidos tem origem no fato de que os americanos ajudam Israel.
Walker tem certeza, no dia em que os Estados Unidos abandonarem Israel, toda essa pressão termina e os inimigos param de pisar nas suas bandeiras.
EUA abandonarão Israel
O abandono a Israel por parte de todas as nações, inclusive os EUA, é também infelizmente uma questão de tempo. Isto deve acontecer brevemente porque é profecia, descrita em Zacarias 12:3.
Tanto uma perseguição quanto outra serão úteis para o Reino de Deus.
Deus é especialista em transformar maldição em bênção.
Está escrito que no momento do abandono amplo, geral e irrestrito a Israel, o próprio Israel e a Igreja se voltarão verdadeiramente ao Senhor dos Exércitos.
Israel olhará para aquele a quem traspassaram e chorará amargamente.
Que o Senhor Jesus nos proteja e abençoe.
Orai e vigiai (Salmo 2)