Número Único de Registro de Identidade Civil (RIC)
Proposta para unificar carteiras de identidade
será apresentada pelo Governo
Idéia é integrar os bancos de dados de diversos órgãos dos sistemas de identificação do Brasil
O Instituto Nacional de Identificação (INI) - Diretoria Técnico Científica, do Departamento de Polícia Federal (PF), apresenta a proposta para unificar o Registro Único Civil, nesta terça-feira, no Encontro Nacional de Identificação.
Segundo o diretor do INI, Marcos Elias Cláudio de Araújo, o Número Único de Registro de Identidade Civil (RIC), instituído pela Lei 9454/1997, foi elaborado para integrar os bancos de dados de diversos órgãos dos sistemas de identificação do Brasil.
— A lei já existe. O que nós esperamos para os próximos dias é a regulamentação. O Ministério da Justiça já enviou uma minuta à Presidência da República e agora estamos aguardando — disse Araújo.
Para ele, a implementação do projeto contribuirá para tornar a identificação civil no Brasil ainda mais eficiente, ao estabelecer uma relação de unicidade entre o cidadão e seu documento.
— A proposta é que, em nove anos todos os brasileiros tenham o novo registro, que vai acabar com o problema de homônimos (pessoas que têm o mesmo nome e números de registro diferentes) e principalmente com as fraudes — explicou.
De acordo com Araújo, para implementação do RIC, será preciso integrar os institutos de identificação de todo o país. Pelo projeto, deverão ser firmadas parcerias com órgãos regionais, que receberão estações de coleta em todo o território nacional, permitindo que todo brasileiro tenha acesso à identificação segura.
Em 2004, a ferramenta para execução do Projeto RIC foi adquirida pelo governo federal, que investiu US$ 35 milhões na aquisição do Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais, que está sob responsabilidade do Ministério da Justiça.
O Projeto RIC prevê ainda o uso de um cartão de identidade com modernos itens de segurança, como fundos complexos, tintas e efeitos óticos especiais, além de chip microprocessador que armazenará os dados do cidadão e certificado digital.
Os dados serão gravados a laser em camadas interiores do cartão, tornando impossível sua remoção por agentes químicos e garantindo sua segurança.
O Encontro Nacional de Identificação vai até quinta-feira, em Brasília.
Fonte: AGÊNCIA BRASIL
A tecnologia a serviço do mal
Este número único de identificação pessoal que nosso governo estará aplicando a sociedade brasileira, nada mais é que o antigo resenciamento que o governo Romano fez no tempo de José e Maria, quando estava grávida de Jesus para saber o número exato de cidadãos e locais e costumes de vida.
É claro que com uma nova imagem de segurança (tecnológica) aplicado a ele.
É só o principio do caminho que os governos estão seguindo para a nova Globalização e para o futuro governo do Anticristo no mundo e nada se pode fazer para muda-lo.
"A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis" ( Apo 13: 16,18 )
Este sinal com o tempo vai ser imposto aos homens que não se converterem, até lá com certeza, como diz o apocalipse, irão aceitar incondicionalmente a marca do demônio em suas mãos e frontes.
Muitos receberão a marca de satanás sem saber, por desconhecer ou não aceitarem os ensinamentos contidos nas escrituras sagradas que os poderia ter salvos.