28/09/09
O povo de Deus perece por falta de conhecimento da verdade (Oseias 4,6)
Jesus nos avisou, que em nosso tempo começariam muitas guerras, e que este era um sinal. Mas as pessoas não acreditam nas que existem, e sempre pedem mais sinais, pois acham tudo normal. Entra por um ouvido e sai pelo outro. É por isso que a humanidade será apanhada de surpresa.
Está em Mateus 24, 6 Ouvireis falar de guerras e de rumores de guerra. Atenção: que isso não vos perturbe, porque é preciso que isso aconteça. Mas ainda não será o fim. 7 Levantar-se-á nação contra nação, reino contra reino, e haverá fome, peste e grandes desgraças em diversos lugares. 8 Tudo isto será apenas o início das dores.
O Brasil também não ficará fora destas guerras anunciadas, pois ele mesmo começa a se armar com pretesto de segurança nacional.
Em uma declaração polêmica, o presidente em exercício José Alencar defendeu ontem que o Brasil tenha armas nucleares como importante “fator de dissuasão” e para “dar mais respeitabilidade” ao País. “A arma nuclear utilizada como instrumento dissuasório é de grande importância para um país que tem 15 mil quilômetros de fronteiras a oeste e tem um mar territorial e, agora, esse mar do pré-sal de 4 milhões de quilômetros quadrados de área”, declarou Alencar.
Na conversa com jornalistas, em seu gabinete, em Brasília, Alencar, ao ressaltar a necessidade de o Brasil ter meios para proteger seu patrimônio, citou o caso do Paquistão, que, segundo o vice, embora seja um país pobre, tem assento em vários organismos internacionais, justamente por ter a bomba atômica. “Eles sentam à mesa porque eles têm arma nuclear. É vantagem? É, até do ponto de vista de dissuasão é. É importante”, observou.
Na opinião do presidente em exercício, “nós, brasileiros, às vezes somos muito tranquilos. Nós dominamos a tecnologia da energia nuclear, mas ninguém aqui tem uma iniciativa para avançar nisso. Temos que avançar nisso aí”. Em seguida, Alencar passou a pregar também a necessidade de aumento do orçamento das Forças Armadas e da vinculação deste orçamento ao PIB. “Precisa ter uma percentualidade do PIB entre 3% e 5%, que daria muita força para o sistema de defesa, que precisa de cuidado e está abandonado há muito tempo”, comentou Alencar, que já foi ministro da Defesa.
"E uma terça parte dos homens foi morta por esses três flagelos (fogo, fumaça e enxofre) que lhes saíam das narinas". (Ap 9,18)
Lamentável!!! Não tem Deus em sua vida! Quem quer ser protegido que o seja pelo Senhor!
Fonte: Último Segundo