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A caminho da vida eterna
 
 
Ressuscitados pelo amor de Deus Esperança

A Morte

Nossa comunidade não celebra a morte e sim a vida nova em Cristo pela esperiência do batismo no espírito santo! Selebramos nossa resurreição ainda nesta vida pelo amor de Deus para uma vida nova repleta das bençãos de Deus! Por isso nosso refrão:

Ressuscitados pelo amor de Deus!

Porém muitos tém dúvidas ou medo da morte pessoal ou de um ente queridos (as).
Hoje vivemos em um mundo violento, que vive sem a lei de Deus. Somente tendo em vista a vida eterna (Parasíso) compreendemos bem nossa perigrinação por esta vida sem medo da morte!

Introdução:

A morte é a porta da vida eterna. Através dela se entra no além. É uma passagem obrigatória. "É destino do homem morrer" (Hb 9,27). Um destino que leva a marca da cupula original: "A morte é o salário do pecado"
(1 Cor. 15,21). Por isso é terrível morrer. E a morte nos demonstra cruamente quanto é verdadeira a Palavra de Deus: "Lembra=te, homem, que és pó, e ao pó voltaras" (Gn 3,19).
Com a Redençao operada por Jesus, porém, a morte no Graça de Deus é o sinal da salvação eterna; para os santos, a morte é a entrada do Paraíso. São Paulo parece gritar de alegria quando escreve: "Para mim a morte é um lucro" (Fl 1,21). Por isto São Tomás Moro, condenado à morte pelos heréticos, no dia do suplício quis vestir sua roupa mais linda e preciosa. E São Carlos Borromeu se fez pintar um quadro sobre a morte, que figurava um moribundo cheio de serenidade; perto dele estava um anjo lindo com uma chave de ouro na mão, pronto para abrir a porta do Paraíso. Que Graça é morrer Santo! "Preciosa para Deus é a morte dos seus santos" (Sl 115,15).

Quando? como? e onde?

A morte é a coisa mais certa, mas ignoramos quando virá, como virá, onde virá. Se pode morrer no seio materno, ou com cem anos de rua. Ao deitar-nos, não sabemos se veremos o Sol; ao nos levantar, não sabemos se chegaremos à noite. Estamos certos só disso: "Não sabemos nem o dia nem a hora" (Mt 25,13); a morte: "chegará como um ladrão noturno" (1 Ts 5), ou seja, escondida e de surpresa. Por issso Jesus nos avisa com energia: "Estejais prontos" Porque na hora que não creis o Filho do homem cgegará" (Lc 12,40).
Qão grande é a nossa loucura, se não queremos pensar namorte, porque, se diz, nos entristece a vida! E não refletimos que em tal modo nos parecemos como avestruzes, que põem a cabeça dentro da areia para não ver o perigo que as destrói.
Que tragédia seja uma má morte, só entenderemos na eternidade. O demônio bem sabe quanto seja saudável o pensamento da morte. Por isto, o faz parecer uma coisa horrível, tendo-nos despreocupados e felizes entre vícios e pecados.
Ao Papa Pio XI, um dia se apresentou uma senhora pedindo uma lembrança pessoal. O Papa estava na rua; observou a senhora vestida de luxo mundano; se inclinou ao chão, recolheu um pouco de pó e fez na testa da senhora uma Cruz, dizendo:! Lembra-te que és pó e ao pó voltarás". Não lhe poderia dar uma lembrança mais pessoal".

Estar sempre prontos

Somos capazes de preencher os nossos dias de trabalho, de divertimentos, de sexo, de política, de esporte, de fumo e de televisão. Vivemos amarrados e desorientados pelas tensõens do lucro, do prazer, do sucesso. E nem nos preocupamos que, no entanto, estamos indo "lá onde todos são encaminhados", para a eternidade. As realidades terrenas, os negócios tem porais, a saúde do corpo, as coisas materiais nos escravizam, nos adormecem em um descanso espiritual que pode ser fatal. Jesus nos recomendou muitas vezes no Evangelho de nos fazermos achar acordados espiritualmente e operosos para o Reino dos Céus: "Bem-Aventurados aqueles servos que o patrão, em sua chegada, encontrar acordados!" (Lc 12,37).
Estar "acordados", estar "prontos", significa sobretudo viver sempre na Graça de Deus, evitando o pecado mortal ou pedindo imediatamente perdão e confessando-se o mais cedo possível, se se há a desgraça de cair. São João Bosco dizia aos seus jovens de acordá-lo até duas da noite para se confessarem, se tivessem caído em pecado mortal. Deve ser esta e primeira preocupação de todo o cristão: em qualquer momento a morte com a sua imperdoável "foice" (Ap 14,14), me deve achar na Graça de Deus.
A Graça de Deus é como o óleo das lâmpadas, na parábola evangélica das virgens. As cinco virgens prudentes, que tinham o óleo nas lâmpadas, entram com o Esposo às Bodas; as cinco virgens distraídas, foram excluídas das Bodas porque tinham as lâmpadas que o Senhor lhes disse (Mt 25,1,13). Pensemos na morte de São Bento, quando sentiu o momento da passagem à outra vida, o Santo Patriarca quis ser amparado em pé por dois monges, e estava assim, com os braços levantados, no ato de "ir ao encontro do Esposo" (Mt 26,6).

"...Na hora da nossa morte"

De Nossa Senhora obtermos a Graça de uma boa morte. Esta Graça é tão importante que a Igreja nos ensina a pedi-la a cada Ave-Maria: "Rogai por nós, agora e na hora de nossa morte".
Feliz a morte de quem amou a Maria, de quem invocou Maria! Santa Maria Madalena Sofia Barat dizia que "a morte de um verdadeiro devoto de Maria é o pulo de um menino entre os braços de Mãe". E São Boaventura escreveu que morer "com a invocação da Virgem, é sinal de salvação".
Quando São João Bosco teve a aparição de São Domingos Sávio, morto alguns dias antes, quis fazer lhe esta pergunta: Qual foi a coisa mais consoladora para ti, na hora da morte?
Dom Bosco, adivinhe!
Talvez o pensamento de ter bem guardado o lírio da pureza?
Não.
Talvez o pensamento das penitências feitas durante a vida?
Nem isso.
Então teria sido a consciência tranquila...Livre de todo o pecado?
Este pensamento me fez bem; mas a coisa mais consoladora para mim na hora da morte foi pensar que tinha sido devoto de Nossa Senhora! Diga-o aos seus jovens e recomende com insistência a devoção a Nossa Senhra.

Votos:

Oferecer o dia pelos moribundos;
Viver como se fosse o seu último dia;
Ler e meditar a parábola das 10 virgens (Mt 25,1-13).

Orai e Vigiai (Vida nova em Jesus Cristo)

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