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Paixão de Jesus Cristo

O Túmulo Vazio apoia o Filme do diretor Mel Gibson que estréia no Brasil

Filme de Mel Gibson aviva a história e existência de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Após o lançamento, o filme "A Paixão", de Mel Gibson, que narra o sofrimento de Jesus Cristo em suas últimas horas de vida, cria o mais acalorado debate entre os grupos religiosos que defendem seu rigor histórico e os que o acusam de provocar reações anti-semitas.
Gibson, um católico fundamentalista, acha que essa polêmica piorou após a estréia do filme em 25 de fevereiro, dia em que nós cristãos celebramos a Quarta-feira de Cinzas.
"O pior está por vir", afirmou o ator e diretor australiano dias antes do lançamento aos 3.500 pastores evangélicos congregados esta semana durante uma cúpula pastoral realizada em Orlando, Flórida, onde viram uma pré-estréia do comentado filme.
O Comitê Judeu-Americano criticou o filme por representar "um preocupante retrocesso em relação aos destacados progressos nas relações judaico-cristãs nos últimos quarenta anos".
Especialistas religiosos desse comitê viram o filme no início da semana e depois manifestaram sua mais profunda preocupação por seus elementos anti-judaicos, o que, segundo eles, só aumentará a polarização entre os credos das pessoas.
"O filme volta a impor estereótipos sobre os judeus já rejeitados por uma maioria de líderes católicos e protestantes", explicou David Elcott, diretor do comitê.
A imprensa noticiou recentemente que o papa João Paulo II havia elogiado o filme, mas funcionários do Vaticano se apressaram a desmentir a informação, apesar de confirmarem que o Santo Padre viu o filme sem emitir comentários.
"A Paixão" foi condenada há meses pela Liga Anti-Difamatória, uma poderosa organização dedicada a combater o anti-semitismo.
"O filme apresenta, sem dar lugar a ambigüidades, as autoridades e uma facção judia como os responsáveis pela decisão de crucificar Jesus", disse o diretor da Liga, Abraham H. Foxman.
O fundador do Centro Simon Wiesenthal, com sede em Los Angeles, o rabino Marvin Hier, indicou que, desde que foi levantada a controvérsia, sua organização já recebeu centenas de ataques anti-semitas através do correio eletrônico.
O filme, falado em aramaico e latim, também despertou críticas de especialistas e organizações católicos, que acusam a obra de reavivar a idéia de que os judeus são os assassinos de Cristo, acusação da qual ficaram isentos em 1965 como parte das reformas do Concílio Vaticano II.
"Estamos realmente preocupados que isso possa provocar uma grande crise entre cristãos e judeus", admitiu a religiosa Mary C. Boys, do Seminário de Teologia de Nova York.
Gibson, que pertence a um grupo católico ultraconservador que não aceita as reformas do Concílio Vaticano II e ainda celebra a missa em latim, defende com fervor seu filme, que só recentemente conseguiu um distribuidor.
Além de escrever, produzir e dirigir, ele colocou mais de US$ 25 milhões de seu próprio bolso para financiar o filme rodado em Roma e estrelado por Jim Caveziel no papel de Jesus e a bela italiana Monica Belluci como Maria Madalena.
O filme, no entanto, também recebeu elogios da crítica e de grupos cristãos.
"Acho que é incrível", afirmou o reverendo Ted Haggard, presidente da Associação Nacional de Evangélicos.
"Em primeiro lugar, é uma grande obra de arte. Senti que, pela primeira vez, um filme mostra a vida de Cristo de uma maneira autêntica. Até parece que pegaram uma câmera e a levaram para 2000 anos atrás", acrescentou.
Para Dean Hudson, editor da revista católica Crisis, o filme "será um clássico, uma referência para os cristãos e todas as crenças que quiserem ver o melhor filme sobre a Paixão de Cristo".
A polêmica evoca as críticas em torno do filme "A Última Tentação de Cristo", de Martin Scorsese (1988), que mostrava o "filho de Deus" com fantasias sexuais, que sem duvida foi lamentável, mas esperado por parte de pessoas não convertidas ao cristianismo.
Por que tanta controvérsia? Questiona muita gente pelo mundo a fora.

Eu dou a resposta: "O crime em questão é o maior já cometido: O assassinato de Deus".

CNBB assiste a filme de Mel Gibson em sessão sigilosa

Brasília - Numa sessão cercada de sigilo e sob forte esquema de segurança, a produtora Fox apresentou a 41 integrantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e ao presidente do rabinato da Congregação Israelita Paulista, Henry Sobel, o polêmico filme A Paixão de Cristo. Produzido e dirigido pelo ator Mel Gibson, o filme mostra as últimas doze horas da vida de Jesus Cristo e vem sendo acusado de anti-semitismo por culpar os judeus pela morte de Jesus.
O rabino criticou duramente o filme. "Fiquei repugnado com a falta de fundamentação histórica, a subjetividade de Gibson e a violência do início ao fim. Anti-semitas podem usar o filme para recriar a ficção que justifique o preconceito contra os judeus", disse. "Foram justamente essas quatro palavras: ´os judeus mataram Cristo´, que provocaram as maiores perseguições durante 2 mil anos de história ao povo judeu", afirmou. "Não recomendamos (o filme), mas não vamos boicotá-lo. Cabe a cada um julgar e tirar suas conclusões."(Pelo menos hoje demonstram sensatês)
O presidente da CNBB, D. Geraldo Majela, disse não ter considerado a obra anti-semita, mas destacou as cenas violentas. "Não se pode tirar essa conclusão do filme", afirmou. "Realmente, a violência é uma coisa que choca." Ele acredita que A Paixão de Cristo atrairá muitos espectadores, a exemplo do que ocorre nos EUA, e aposta que a repercussão levará muitas pessoas a ler a Bíblia. "Fará com que as pessoas busquem, talvez, ler o relato evangélico, para ver se coincide."
A estréia no Brasil está prevista para o dia 19. A pré-estréia que reuniu padres e religiosos aconteceu em um complexo de cinemas num shopping na beira do Lago Sul, bairro nobre de Brasília. A maior parte chegou em dois ônibus e entrou por uma parte de emergência do cinema, a qual só se tem acesso através de um clube vizinho. Um segurança ficou na porta da sala, permitindo apenas a entrada dos convidados. Pelo menos seis funcionários acompanharam a chegada dos religiosos. O conselho da CNBB permanecerá reunido em Brasília até sexta-feira, quando está prevista uma entrevista coletiva para comentar o filme de Gibson, além de outros assuntos discutidos no encontro.
Demétrio Weber

Frank Rich escreve:

Meu padrasto dizia: "Os judeus não mataram Cristo; apenas o atormentaram até a morte". O alívio da minha família judaica foi palpável quando o Vaticano nos absolveu em 1965.
Hoje, os judeus não precisam se preocupar com a acusação – ou não precisavam, até que Mel Gibson dirigisse o filme "The Passion" (A Paixão), sobre as últimas 12 horas de vida de Jesus. Indagado se poderia desagradar, Gibson disse: "É possível. Não é a intenção. Acho que o objetivo é contar a verdade. Quem transgride tem que analisar seu próprio papel ou culpa".
Os temores vêm sendo alimentados pelo fato de que Gibson financia uma igreja católica tradicionalista que não é filiada à arquidiocese católica apostólica romana. O catolicismo tradicionalista é o nome dado a um movimento separatista que rejeita o Concílio Vaticano Segundo – que inocentou os judeus da acusação de deicídio.

Embora Mel Gibson não seja carismático e sim conservador, ou até poderia ser protestante, nós do "O Túmulo Vazio" damos total apóio a mais esta obra cinematográfica onde se revela as obras (Sacrifício) de Nosso Senhor Jesus Cristo para salvar a humanidade.
Sem dúvida ele injetou uma doze de sangue de Cristo nas artérias ressequidas de um mundo carente do Amor de Deus.
Quem sabe muitos não verão que tanto precisam sair de suas Cruzes e ressuscitar para uma vida nova em Cristo Jesus.
Quanto as cenas, dizem alguns jornalistas e gente culta da sociedade de plantão, que são fortes e cruéis, cheias de sangue e sofrimento.
Será que somos ingenuos quanto seu sofrimento ou não queremos admitir a verdadde da maldade humana que nos choca.
Em vista de outros filmes de entretenimento atuais que tantos pegam para levar às suas casas e aí assistirem com suas famílias nos dias de hoje, já deveriam estar acostumados com tal brutalidade humana, pois ele foi passível de culpa embora o tenha feito de livre e espontânea vontade para nos salvar.
Mas acho que suas consciências os perturbam por não quererem se arrepender de seus caminhos e procurarem seguir ao Cristo da Salvação.
O filme 'The Passoin of the Crist" sem dúvida vem reforçar hoje o apelo que Cristo fez na Cruz a Deus quando diz :"Pai perdoa-lhes eles não sabem o que fazem".
Realmente não sabemos ainda o que fazer, mas sabemos o caminho ensinado por Ele "Jesus Cristo filho do Deus Vivo".

Quanto a polêmica anti-semita dizemos nós Cristãos Carismáticos, que somos "irmãos" dos Judeus por "Misericórdia de Deus" como está escrito: Jesus veio primeiro para os seus (Povo) e depois para nós os antigos pagãos convertidos a Deus.
E que será como está escrito: um dia os Judeus irão se converter em massa em determinado momento, diz as escrituras.
Eu como cristão Carismático não vejo problema algum em abrigar Judeus em minha casa caso perseguidos por anti-semitismo.
Seremos todos julgados pelo tribunal de Deus por nossos atos , portanto nossos erros passados (e de antepassados) ou nossos atuais de cada geração não são mais nossos e sim do Senhor Jesus Cristo o Juiz dos vivos e dos mortos .
Por apoiar de cima dos telhados qualquer iniciativa que revele o "Reino de Deus" e os "ensinamentos de Jesus Cristo" colocamos esta página em apoio a esta obra que aguardamos ser um despertar para aqueles que ainda vivem em trevas quanto a verdade deste mundo para toda humanidade.

Fontes: France Presse , Folha Ilustrada e Jornal Ciência da fé.


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