LEALDADE - Moções proféticas
Regra de Comportamento nos Relacionamentos (parte I)
Lealdade
“Perdendo a justa noção das coisas, desviaram os olhos para não mais ver o céu e não ter mais presente no espírito a verdadeira regra de comportamento” (Daniel 13, 9)
Rezávamos pedindo ao Senhor qual era a conversão que Ele esperava de nós. Ele nos deu uma palavra: LEALDADE! Em seguida, veio a confirmação na Palavra: II Coríntios 4, 1-2: “Afastamos de nós todo procedimento fingido e vergonhoso. Não andamos com astúcia, nem falsificamos a palavra de Deus. Pela manifestação da verdade nós nos recomendamos à consciência de todos os homens, diante de Deus.”
No mundo de hoje as pessoas são muito desleais, fingidas, falam mal umas das outras pelas costas, acusam-se mutuamente, condenam-se mutuamente. Nós, porém, queremos prestar lealdade a Jesus Cristo e a seu evangelho e queremos ser leais uns para com os outros, para que Jesus seja o Senhor das nossas vidas.
Quem acusa é o demônio. “... porque foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que os acusava, dia e noite diante de nosso Deus.” (Apocalipse 12, 10)
O demônio é o pai da mentira e do fingimento. Sempre que formos astutos e fingidos estaremos nos submetendo ao senhorio do demônio e não ao Senhorio de Jesus.
Jesus, ao contrário, nos defende: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo, mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; e tu, por tua vez, confirma os teus irmãos.” (Lucas 22, 31-32)
Sempre que formos leais e verdadeiros, estaremos confirmando o Senhorio de Jesus nas nossas vidas e então a sua luz brilhará sobre nós e dentro de nós, vamos sentir alegria e conquistar a aprovação de Deus e das pessoas.
Para sermos verdadeiros e leais, não devemos compactuar com o mal. Podemos desmascarar o fingimento do demônio falando a verdade e sendo leais.
Quem nos dá coragem para sermos diferentes do mundo é o Espírito Santo.
Você precisa ter a sua autoridade de pai e de mãe ou de coordenador restabelecida? Então peça ao Espírito Santo a força, a coragem de se submeter a Jesus e ao seu evangelho verdadeiramente e de falar a verdade sempre. A pessoa que fala sempre a verdade é respeitada e ouvida. A astúcia, o fingimento, a acusação trazem o reino das trevas para dentro de nossas vidas. A verdade, a defesa dos outros, o perdão, a lealdade trazem para as nossas vidas o reino de Deus!
Em 2006, o Senhor nos dava essa exortação, em Brasília, durante a reunião do Conselho Nacional antecedendo o ENF: “Deixem de lado o pecado, a falsidade, a hipocrisia. Sejam de verdade. Quero uma volta profunda ao início. Rasguem seus corações, sejam verdadeiros.”
Que Deus nos dê a coragem de dar uma resposta decidida a esse seu pedido! Não deixemos para amanhã, comecemos agora! A partir deste momento, optemos por falar a verdade e não desviar mais os olhos do céu e assim aprendermos a verdadeira regra de comportamento.
Ainda mais uma palavra para nos animar: “Deponde, pois, toda malícia, toda astúcia, fingimentos, invejas e toda espécie de maledicência. Como crianças recém-nascidas desejai com ardor o leite espiritual que vos fará crescer para a salvação, se é que tendes saboreado quão suave é o Senhor. Achegai-vos a ele, pedra viva que os homens rejeitaram, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus; e quais outras pedras vivas, vós também vos tornais os materiais deste edifício espiritual, um sacerdócio santo, para oferecer vítimas espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo.” ( I Pedro 2,1-5)
Regra de comportamento nos relacionamentos (Parte II)
Não julgar o próximo
“Meus irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de seu irmão, ou o julga, fala mal da lei e julga a lei. E se julgas a lei, já não és observador da lei, mas seu juiz. Não há mais do que um legislador e um juiz: aquele que pode salvar e perder. Mas quem és tu, que julgas o teu próximo?” (Tiago 4, 11-12)
“Falai, pois, de tal modo e de tal modo procedei, como se estivésseis para ser julgados pela lei da liberdade. Haverá juízo sem misericórdia para aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o julgamento.” (Tiago 2, 12-13)
Em 2007, o Senhor nos deu uma palavra de exortação: “A raiz de vossos pecados, das vossas fontes de mágoa, das palavras más que saem de vossas bocas e das ações que praticais e das quais vos envergonhais, está no julgamento, nas opiniões. É isso que vos faz pecar com a língua e com as ações.”
O Senhor nos alertava também para o péssimo hábito de nos queixarmos das pessoas: aliados, amigos, gente da nossa família, irmãos de caminhada, pessoas boas que por causa das nossas palavras e críticas, geralmente pelas costas, ficam de má vontade para conosco. Eu colho o que planto. Se quero boa vontade, preciso plantar boa vontade.
Vale aqui a boa e conhecida prática do silêncio: fechar a boca quando tiver tentação de criticar e fazer silêncio interior para ouvir o Senhor.
Dizia ainda o Senhor: “Não murmureis e não critiqueis. Dou-vos um motivo para fazer isso: toda vez que o fizerdes, estareis reclamando de mim. Toda vez, porém, que vos esforçardes para engolir a palavra de murmuração e crítica, estareis dizendo: “Confio em Ti, Senhor.” Então, tudo o que não se conformar à minha justiça será denunciado. Eu mesmo o denunciarei. Cuidai, pois, para não proferirdes palavras injustas, pois elas se voltarão contra vós. Cada vez que sentirdes a tentação de murmurar e criticar, rezareis um “Glória” e me glorificareis nos vossos corações e então Eu agirei naquela situação.”
Recebemos a confirmação na Palavra: “Que repitam sem cessar: Glória ao Senhor! aqueles que desejam vosso auxílio.” (Sl 69, 5b)
Insistia, ainda, o Senhor: “É desprezível e abominável falar mal de uma pessoa para outra e até falar de suas fraquezas, é como uma rede de intrigas criminosa. É completamente injusto para com a pessoa de quem se fala. É pecado grave aos meus olhos.” A palavra de confirmação veio em Mateus 5, 22.
Devemos, portanto, pedir a graça de ter o caráter formado pelo Espírito Santo, para sermos pessoas de “verdade”, para ter coragem moral a fim de enfrentar os problemas de frente com as pessoas. Se assim fizermos, teremos firmeza e autoridade, uma unção de autoridade espiritual.
Se existir intenção correta de nossa parte o Senhor colocará palavras temperadas em nossa boca, a palavra certa segundo as leis de Deus e a justiça dos homens, conforme promessa em Ageu 1, 4b: “Meu Espírito habitará convosco. Não temais!
Fonte: RCC - Brasil
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